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Neste momento a serenidade foi ocupada pela indignacão envolta pela revolta. A maioria das pessoas possuem um grande defeito que percebo cada vez mais e quando dirigido a mim incomoda bastante. A mania de julgar sem ter passado por uma situação igual. Não me refiro a situação semelhante, me refiro a igual mesmo. Na minha opinião ninguém tem capacidade para julgar se não estiver na pele de quem julga. Bem confortável é "dar conselhos" quando se olha por fora, dizer deveria fazer isso, agir desta forma, seguir aquele caminho. A todos estes desejo que continuem sempre nesta posição e engulam suas opiniões pois estou farta delas. Bem farta mesmo. Se alguém ainda não ouviu de mim um belo " VAI SE F..." é porque a minha educação ainda prevalece e pode ter certeza que enquanto me dá conselhos é exatamente esta ou algumas frases piores que mentalizo à você.

Para quem não tem filhos é demasiadamente fácil falar qualquer palavrinha pois não tem a mínima noção do que é o amor incondicional e quem os têm não consegue nem imaginar o tamanho da dor de perdê-los. Estes últimos são bem mais plausíveis e dificilmente falam coisas sem sentido.

Seria importante as pessoas entenderem que perder um filho não é a mesma coisa que perder aquele seu querido animal de estimação que você tem desde que usava fraldas. Indiferente se a Valentina tinha 9 dias, 1 ano, 01 dia, 5 horas. Alguém deixa de sentir falta de um ente querido quando ele se vai, ou nunca mais vai pensar na pessoa simplesmente porque ela morreu? O seu animal de estimação com certeza não é mais importante do que isso. Eu não posso simplesmente ir a um pet shop e comprar uma filha. Percebe a diferença????

Estou e continuarei agindo de acordo com o MEU tempo, seguindo o meu coração. O meu tempo não é igual ao tempo de ninguém, cada um tem o seu próprio. Ouço de algumas pessoas a seguinte frase "você precisa seguir em frente, não pode viver de passado".. A questão aqui é: A VALENTINA NÃO É PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO, KCT!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Estas pessoas pensam que o fato dela não estar mais aqui é motivo para que eu não pense nela, não exponha fotos dela, não fale dela, e por aí vai. Falta uma pouco, digo muita, sensibilidade por parte destas pessoas para entender que por menos tempo que ela tenha ficado aqui ela foi um ser humano, ela tem uma mãe, um pai, avós, família. Ela fez parte de cada uma dessas vidas. A presença dela é passado mas a existência dela será sempre na forma presente do indicativo. Mais uma vez, percebe a diferença?????

Não me importo se algumas pessoas não sabem como falar comigo, o que falar, tem receio de ouvir, ou qualquer coisa do tipo, mas sinceramente, não esperem que eu aja como se a minha filha nunca tivesse existido porque não o farei. Cada um lida com sua dor da maneira que sabe e consegue. Eu não tenho medo de enfrentar a minha e jamais, em tempo algum esconderei de quem quer que seja a existência dela. As vezes chego a conclusão que são um bando de covardes que não sabem agir e não tem coragem de se colocarem em meu lugar, portanto evitam o assunto ou me evitam.

Nada disso significa que eu não esteja seguindo em frente, na verdade estou tão avançada que vejo o quanto estas pessoas são medíocres em gastar seus preciosos tempos me dando conselhos que não pedi. A vida é minha, a filha é minha, o presente, passado, futuro são meus, portanto não se preocupe comigo e vão cuidar de suas vidas para que seus castelinhos de areia não sejam levados pelo vento e vocês não sejam obrigados a ouvir seus próprios conselhos.

Quem não entendeu, para ficar bem claro este post não se trata da minha dor, e sim da mania que as pessoas têm de julgar como as demais agem. A minha dor não é um problema, nunca foi e jamais será.

E você, que costuma vir aqui e me ver sempre tão calma, evoluída, não se assuste. Foi um desabafo.


Imagem: Getty Images

22 comentários:

Então lá vai:Hj fui cortar o cabelo e tive q contar pro cabelereiro q o Eduardo morreu,ele respondeu:Ah,mas não é uma coisinha dessa que vai te abalar ,né?
Não,não é 1 coisinha dessa q me abala mesmo não, nada tão grave quanto a falta de corte do meu cabelo,né?Fiquei ofendidissima,pra não dizer machucada de-lo ter referido a morte meu bb como 1 coisinha.Outra coisa q "adoro" é quando falam assim: Vc terá outros...Tá,pode ser, mas não terei o Eduardo,isso ninguem consegue entender.O eduardo poderá ter irmãos, mas ele é único,é meu primeiro filho e tbem tem mãe,pai ,tios e avós que o queriam muito,q sofrem também.
Sabe,nisso tudo descobri o q é realmente amor incondicional de q tanto ouvi falar na vida,pensava q era algo do tipo: eu amo independentedele me amar ou eu amo faça o q ele fizer,esses tipos de coisa.É que eu não connhecia a amplitude do amor incondicional, que hj me aparece assim assim:EU AMO MESMO QUE VC NÃO EXISTA,QUE VC NÃO ESTEJA MAIS AQUI.É sem condição mesmo,é maior q existência!Quando comecei a conversar contigo não foi nem pra te dar conselhos nem pra receber,foi pra saber como vc estava lidando com isso, ver outro ponto de vista e agir com meu coração.Pq nisso tudo sinto é muita solidão.E pra ter uma orientação nas coisas práticas mesmo, o q vc fez com as fraldas, com a lembranças, pq ainda estou paralisada nisso,não sei o q fazer ou não sei se ainda quero fazer isso por agora,então te perguntei pra juntar experiencias.
Choro muito ainda lendo o q vc escreve pq me indentifico muito,mas vc sabe se expressar melhor do q eu, fico com minhas angústias guardadas não sei onde,pra culminar não sei quando.
Beijos

22/08/2008 18:59  

Karen,
Eu só te conheço pelo que vc se mostra aqui. Te acho tão forte, tão serena que não sei se, algum dia, poderia atingir esse patamar. E ainda tem gente, te conhecendo ao vivo e a cores, te diz que vc precisa seguir em frente? Que compara tua filha com animal de estimação?? Eu fico chocada com essas coisas!!! Depois de ser mãe duas coisas eu aprendi: 1- a maternidade nos marca como nenhum outro acontecimento. Nossa vida passa a ser ANTES DE e DEPOIS DE; 2 - conselhos eu só dou a quem me pede e se, por acaso, dou algum sem perceber, imediatamente páro de falar e peço desculpas por me intrometer.
beijo,

22/08/2008 19:04  

Dani,
Sei bem que se tem uma pessoa que entende muito bem o que eu sinto, digo, essa pessoa é você.
Fico extremamente feliz em poder usar o que aprendi com a ida da lelê conversando contigo, já que ela se foi a mais tempo. Não me incomodo de maneira alguma, muito pelo contrário.

O que me incomoda um pouco é a minha educação, ou devo ficar tão estarrecida com as coisas que ouço que chego a conclusão que as pessoas não merecem respostas. Você deveria ter respondido a ele "Ah, vc acha que a morte de um filho vai me incomodar tanto quanto você errar no meu corte de cabelo, querido??"

Sinceramente estou pensando em adotar a filosofia tolerância zero com estas pessoas. Cada vez que alguiem fizer um comentário deste tipo vai escutar uma resposta que nunca mais esquecerá. Cansei de pessoas sem noção...
Dor vamos sentir sempre, cada dia ela diminui, acredite em mim. Qdo alguém falar "ah, vcs terão outros" responda com a pergunta "se tua mãe morrer alguém conseguiria substituí-la?" tenho certeza que nunca mais esta pessoa dirá isso a outra.
A saudade teremos sempre, e as leagrimas darnao lugar a sorrisos quando você pensar no dudu. O segredo é aceitar. O resto, como eu disse antes, flui...

bjs

22/08/2008 19:11  

Este comentário foi removido pelo autor.

22/08/2008 19:14  

Karen,
Este cantinho aqui é seu. Então, desabafe. A nossa humanidade nos permite, graças a Deus, até os últimos dias de nossas vidas reagirmos a pessoas e a situações que nos afetam. Serenidade não pode ser confundida com subjugação.
Aliás, muita gente nem sabe o que é essa palavra. Mas isso é assunto pra muitos posts, rs...
Geralmente, quem tece comentários desnecessários são indivíduos imaturos ou que não sabem a real dimensão de uma dor não esperada. É triste saber que existem pessoas que passam pela vida e não permitem-se sentir dores, sentir perdas e, simplesmente, não permitem-se sentir.
No mais, o refrigero que nos acalenta é que daqui a um outro segundo, nossos jardins voltarão a florir.
Com carinho,
Sheyla.

22/08/2008 19:17  

Este comentário foi removido pelo autor.

22/08/2008 19:28  

Liliany,
Pois é, algumas pessoas que me conhecem ao vivo e a cores são as que tecem este tipo de comentário. Como falei, que não passou pela maternidade não tem mesmo noção do que é isso.
Nunca fizeram a comparaçnao com um animal de estimação (senão teriam apanhado de mim!!) mas fazem comentários que realmente não condizem com a situação, é como se falassem deste tipo de perda.

Sheyla,
Sempre fui considerada uma pessoa brava por não engolir sapos. pela Valentina aprendi a engolí-los com excelência e por um lado isso foi uma evolução para mim.
A questão aqui não é nem a dor mas o fato de me tratarem como se fosse um absurdo eu sentir a falta dela. Não choro mais, não fico mais triste, estou amadurecendo a cada dia que passa com este acontecimento. Não me tornei uma pessoa infeliz, pelo contrário, valorizo mais cada dia da minha vida. O que me tirou do sério foi ouvir tantos comentearios do tipo "pára de viver no passado, bola para frente". Primeiro, não estou vivendo no passado simplesmente percebi que não preciso mostrar a ninguëm o qto mudei, isso é coisa minha. Segundo que, se eu quiser viver dentro de um museu o problema é meu e de mais ninguém.

bjs a todas.

22/08/2008 19:31  

Karen,
Só quero dizer que estive aqui e quero falar sobre, mas preciso sair correndo. Ainda bem, porque quero formar uma opinião sobre isso. Volto depois.

Beijos, Flor.

22/08/2008 19:40  

Cada um lida com sua dor da maneira que sabe e consegue.

22/08/2008 22:39  

Elga,
Estou esperando seu email tá??
bj

Anônimo,
O conteúdo do post trata exatamente sobre a minha perplexidade com o fato de julgarem a maneira alheia de sentir. Como vc disse, cada um lida com a SUA dor da maneira que sabe e consegue. Então, cada um que cuide da sua própria...

23/08/2008 00:52  

Karen,
realmente, existe gente cuja sensibilidade vai abaixo de zero. gente que não se abre para compreender o outro, porque como você disse, cada um vivencia as experiências de um jeito, e não há certos e errados nessa estória. não existem caminhos definitivos, respostas absolutas. se existisse, talvez viver fosse mais fácil, mas tenho certeza que perderia muito da graça.
você está certa em seguir seu caminho obedecendo seu coração, vivenciando a tua dor da maneira que deve ser para você. não dê ouvidos a quem diz bobagens, na verdade nem vale a pena gastar tempo e energia com esse tipo de pessoa...
e quando precisar desabafar, conte comigo! :-)
ah! sobre as imagens no bicho, o problema é que eu coloco sempre somente o blog fonte, mas muitas vezes as imagens estão em arquivos passados. por ex, a imagem de hoje peguei no blog q está lá, mas em um post de meses atrás, então pra achá-la por lá tem que dar uma boa fuçada... mas foi bom vc ter dado o toque, vou passar a colar a referência completa pra facilitar a vida de quem gostar da imagem!
bjinhos!

23/08/2008 13:51  

Karen,

A d o r o quando verdades são ditas!!! Concordo plenamente com todas as que vc colocou neste post!!
Queria ser um mosquitinho pra ver a cara da pessoa que, ao ler, vestiu a carapuça. Essas pessoas que falam muito, dão muitos palpites, só gostam mesmo de falar... detestam ouvir.
Vc e a Dani já passaram por poucas e boas, não merecem conviver com a insensibilidade desses seres.

beijos

Maria Carla

23/08/2008 17:01  

Karen,

Eu acho que pessoas assim estão em todo lugar, e, às vezes, são bem próximas a nós. E eu sei o quanto indigna as pessoas não darem importância ao que é importante para a gente. Perder um filho, na minha opinião, deve ser a pior das dores. Todos já estamos meio que preparados para perder nossos avós, nossos tios, nossos pais, porque essa é a lei da natureza. Mas perder alguém que veio ao mundo através de você, e que você planejava ver crescer, aprender, errar, cair, que você planejava ajudar é quase cruel.
Minha avó perdeu um filho aos 33 anos, por causa de um diagnóstico errado do médico. E ela uma vez me disse que essa é uma dor que não passa. Ameniza, mas não desaparece.
E acho importantíssimo sentir toda a dor da perda, para que se saiba o que é presença.
Você não tem de mudar nadinha: aproveite cada minuto da sua dor, da forma que achar melhor.
Do mesmo jeito que tem gente pra te dar conselho besta, tem gente pra ouvir seu choro sincero.
Se precisar, pode contar comigo.

Beijos.

23/08/2008 18:50  

Tata,
Concordo plenamente com você não existem mesmo resposta absolutas e com certeza a vida sem algumas dores não teria muito sentido pois são estas passagens que nos fazem evoluir, que nos fazem valorizar ainda mais os momentos felizes. Obrigada pelo colinho!!


Maria Carla querida,
Pois é, eu sei que para algumas pessoas servirá, se é que elas sabem da existência deste blog. O mais triste é que são pessoas de minha convivência, algumas considerei como irmãos. Logo depois que a Valentina se foi ouvi de uma que até então era a minha mais amada amiga a seguinte afirmação "eu sempre te admirei pois pensava que vc era forte, mas me decepcionei pq vi que vc não é". Isso pq nem da √alentina estávamos falando. Quer dizer, eu perco uma filha, meu luto estava no primeiro mês eu nem chorei com ela e ouçou isso. Se eu não sou forte, quem será que é? Mas decidi abstrair aquilo. Melhor assim.

Ju,
Eu não queria que ninguém ficasse super solidário comigo pelo que me aconteceu, ou que tentasse se colocar no meu lugar. O que me chateou muito esses dias foi ouvir seguidas vezes que eu deveria seguir em frente, esquecer o passado, baboseiras do tipo. Se o que estou fazendo não é seguir em frente, não faço idéia do que seja então. Como comentei no outro post, estou feliz pois as coisas estão fluindo muito bem mas muitas mudanças são internas e estou mto feliz com meu estado agora. Estas pessoas devem esperar que eu arrume um namorado amanhã, mude de emprego hoje e por aí vai...acho que vou incluir ne minha lista mudar de amigos.
Obrigada pelo colinho tb!


bjs

23/08/2008 23:00  

Sei que é um clube da Luluzinha, porque o sexo masculino não sente a dor tão intimamente como a mãe.

Mas vou ter de realizar um desejo meu, refletir sobre o tema.

Como bom japonês que não sou, começo do fim, sabendo que esse texto não é pra mim:

Não construo castelos de areia, prefiro casa da árvore, mas aceito um convite para uma barraca de camping ou aquela cabaninha de edredon montada na sala com as cadeiras da cozinha...

Creio que esse sentimento, apesar de sentimental, não terei tão intimamente, criança serei sempre (isso é fácil para nós homens), então surtirão palavras com "n" interpretações, já que o entendimento dependerá do seu estado de animo.

Sei que uma filha ou um filho, é e sempre será a coisa mais importante, já que é a maior prova da sua (da nossa) existência...

Por fim, já me perdendo um pouco no assunto, manterei as três regras básicas (minimas) para a vida: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.

Espero não ter decepcionado o nível das discussões....

23/08/2008 23:59  

Lendo 'Montenegro', li um apelo corajoso que serviria para você e para quem está ao seu redor:

"Que as palavras que eu falo
não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
apenas respeitadas como a única coisa
que resta a uma mulher inundada de sentimentos
porque metade de mim é o que ouço
mas a outra metade é o que calo."

Claro, com as devidas modificações de gênero.

Beijos.

24/08/2008 18:41  

Karen,

Amigos deveriam estar ao nosso lado para ouvir, dar colo, compreender, compartilhar (mesmoque seja a dor)... é isso que esperamos de um verdadeiro amigo. Quando o cara não age assim, vem a decepção e é por isso que doi tanto, né?

beijos

Maria Carla

24/08/2008 22:13  

Eu mudei muito depois de ser mãe. Engolia muito sapo em nome da boa educação, e agora quando necessário eu dou muita resposta atravessada, viu! E acho ótimo que voc~e faça o mesmo, Karen. Se os outros se acham no direito de nos agredir, porque não podemos devolver na mesma moeda?


E Danielle, como assim "uma coisinha dessa"??? Como falei, eu responderia na mesma essa agressão e nunca mais voltaria nesse lugar!
Haja superficialidade!

25/08/2008 12:09  

Bom, minha opinião não vale grande coisa. Não sou e nunca fui mãe, admiro o seu amor e respeito pela sua filha.
Cada um tem seu tempo, não é de uma hora pra outra que se esquece algo, muito menos alguém.
Sim, não imgino o que é amor icondicional, mas mãe é mãe e pronto.
Ninguém tem direito de julgá-la ou questioná-la por se apegar as lembranças materiais de um ente querido, mas pense por este lado: ela está melhor onde está, tenho certeza que ela é um anjinho agora.
Procure orar por ela e pense que um dia vocês podrão se encontrar.
Não digo para esquecer, pois isso é algo impossível. Apelo apenas para que você aceite com resignação, para que nem você e nem a vlentina sofram.

Grata pela visita.
Beijo

25/08/2008 12:55  

Ah! Que bom que gostou.
Volte sempre.

Valeu a visita.

Bjo
Lucas

25/08/2008 18:20  

Eu estive aqui antes, mas eu estava "apertada de costura" e não deu tempo de comentar. Agora volto e já são tantos comentários...
Bom, moça Flor, conselhos vagam por aí. Alguns são intencionais e outros lotam o inferno. Creio que os que tiveram a intenção de lhe confortar, acabarão por surtir efeito. Mas o dono da dor é o único que sabe como dói, e é por isso que comentários como os do cabeleleiro constam na lista daquelas coisas que se deve morrer sem dizer.
Acho que o mais importante disso tudo, é que o blog funciona de uma forma terapêutica pra todo mundo, até pra quem lê, e facilita esses rompantes da gente. Cada verdade dita é uma libertação.
Bom... Esse tempo limita tanto meus comentários...
E é só por isso que encerro, deixando um grande abraço!

26/08/2008 12:05  

Acho que a frase "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é"...diz muito!
Sou mãe e jamais conseguiria dimensionar a dor de alguém que vive a perda de um filho...não tem nada que alivie, nada que distraia...minha vó perdeu um de seus 8 filhos já adulto...nunca mais foi a mesma...
Acho que as pessoas em geral tem medo de quem tem coragem de mergulhar, de ir fundo e de sentir intensamente seja qual for o sentimento...dor, amor, saudade, alegria...a intensidade incomoda, a verdade incomoda e aí tentam nos "encaixar" na superficialidade...
Admiro vc.

28/08/2008 21:51  

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